Entre o riso e o choro, o drama da vida ou a comédia a cores ou a preto e branco. A verdade escondida que nos faz pensar e crescer, meras coincidências que nos dizem tanto ou quase nada, momentos bem passados de preferência partilhados, numa boa companhia e num pacote de pipocas.

segunda-feira, 2 de março de 2015

50 ANOS DE MÚSICA NO CORAÇÃO

Quem nunca ouviu falar de Música no Coração? A geração de hoje sorri com algum desdém, mais atentos aos filmes com robôs e grandes cenas de carros, pancadaria e sexo do que aos clássicos de outrora que ajudaram a construir a história do cinema. E a situação piora quando o filme em causa é um músical, género geralmente depreciado pelos cinéfilos fãs de um cinema mais comercial, de um prazer quase imediato que não nos force a pensar muito. Para a geração anterior, daqueles que viveram a sua juventude - como eu - nos saudosos anos 80, o filme que ajudou Julie Andrews a ganhar o seu espaço no firmamento das estrelas imortais do mundo mágico da indústria do cinema, após Mary Poppins é a recordação de muitas histórias que nos foram sendo contadas pelos nossos pais e avós, de todas as vezes que foram ao cinema, das músicas conhecidas de cor e das lágrimas vertidas de cada vez que assistia a uma cena já vista e revista uma, duas, três, cinco vezes e às vezes mais. Música no Coração não é apenas um desfilar de músicas no cenário verdejante e idílico dos alpes onde esperamos a todo o momento ver aparecer o José Figueiras num figurino digno das aventuras da Heidi. O filme realizado por Robert Wise e que comemora hoje 50 anos vai para além da banda sonora, dos Oscares e da sua protagonista. O filme é a história da família Von Trapp e da noviça contratada para governanta durante a ocupação da Austria pelos nazis.

Angela Cartwright com a verdadeira Maria von Trapp em 2009
Debbie Turner, Marta von Trapp
Tinha sete anos quando fez o filme e depois de terminar o liceu, tornou-se esquiadora profissional. Tem quatro filhas e tem uma empresa que organiza eventos e se dedica à jardinagem.

Nicholas Hammond, Friederich von Trapp
Ator, escritor e produtor, vive na Austrália. Tinha 13-14 anos durante a rodagem de «Música no Coração». Foi o primeiro Peter Parker e Homem-Aranha na série (1977-79) e esteve em «Stealth» (05). Protagonizou um aclamado documentário, «Climbed Every Mountain with Nicholas Hammond», sobre a verdadeira história da família von Trapp.

Angela Cartwright, Brigitta von Trapp
A atriz britânica juntou ao êxito de «Música no Coração», quando tinha 11 anos, a série «Lost in Space (1965-68), mas acabou gradualmente por deixar para segundo plano a representação para se dedicar a duas grandes paixões, a escrita e a fotografia. Irmã de Veronica Cartwright («Alien»).

Christopher Plummer, Georg Johannes von Trapp
Detestou o filme, embora se tenha conformado com o facto de que a ele deve o reconhecimento eterno. Fez mais de 100 filmes e em 2011 tornou-se o mais velho ator a ganhar um Óscar, como secundário em «Assim é o Amor».

Julie Andrews, Maria von Trapp
«Mary Poppins», no ano anterior (64) valeu-lhe o Óscar de Melhor Atriz e «Música no Coração» corou uma década de glória. Fez «Herói Precisa-se», «Cortina Rasgada», «Querida Lili», «Tudo Boa Gente», «Victor/Victoria» e «A Vida É Assim». Redescoberta no século XXI com «O Diário da Princesa» e a voz da rainha em «Shrek».


Charmian Carr, Liesl von Trapp
Já não é a jovem «com 16 a caminho dos 17» (na verdade, já ia nos 21, menos sete que Julie Andrews), mas uma mãe de dois filhos que já é avó. Desistiu da representação e tornou-se decoradora de interiores na Califórnia.

Heather Menzies, Louisa von Trapp
Tinha 14 anos quando teve a estreia no cinema com «Música no Coração» e fez alguns filmes nos anos 70 e 80. Tentou sacudir o filme posando para a Playboy em 1973 e tornou-se ativista dos doentes de cancro e das suas famílias com a morte do marido, o ator Robert Uhrich, sendo presidente da fundação de investigação com o seu nome.

Kym Karath, Gretl von Trapp
Com cinco anos, era a von Trapp mais novinha (e quase se afogou na cena do barco), mas aos 3 já estava em «Os Nove Irmãos» ao lado de Henry Fonda. Participou em várias séries nos anos 60 e 70, mudou-se para França e casou, mas regressou aos EUA para criar o filho, que precisava de cuidados especiais. Está ligada precisamente a uma fundação para adultos que precisam de acompanhamento permanente devido a deficiência.

Fotografia tirada por Annie Leibovitz para a Vanity Fair: 50 anos de «Música no Coração»



Duane Chase, Kurt von Trapp
Tinha 13 anos a fingir que eram 11 quando se estreou no cinema com «Música no Coração». Participou apenas numa série, estudou geologia e agora é designer de software em Seattle.


sábado, 28 de fevereiro de 2015

DIÁRIO DE BORDO - A ÚLTIMA VIAGEM DE MR. SPOCK

Deixou-nos na passada sexta-feira, aos 83 anos, o inesquecivel Mr. Spock, personagem interpretado por Leonard Nimoy n'O Caminho das Estrelas, vítima de doença pulmonar, fruto de inúmeros anos de tabagismo apesar de ter deixado de fumar há 30 anos. Nimoy, cuja carreira ficará sempre marcada pelo simpático vulcano, participou em 2013 na recente versão da saga, deu a voz a Sentinel Prime em Transformers 3, além de ter participado em vários episódios de várias séries e dado a voz a diversas produções de animação e não só. O seu carisma e do personagem marcaram uma geração e a história da televisão e do cinema têm um lugar que o tempo não irá apagar. Certamente, existe desde sexta-feira mais uma estrela no céu. At´sempre Mr. Spock.

BLADE RUNNER - 34 anos depois

Está confirmada a sequela de Blade Runner, o clássico de ficção científica que juntou Harrison Ford e Rutger Hauer em 1982. Este novo filme, cujas gravações terão início no Verão de 2016 contará uma vez mais com a presença de Harrison Ford, agora com 72 anos e será dirigido pelo canadiano Dennis Villeneuve, enquanto Ridley Scott vai ficar agora pela produção. Entretanto, estreará nos próximos meses Star Wars - O Despertar da Força, também com o protagonista de Indiana Jones.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

NOVIDADES

Às terças-feiras, As Minhas Pipocas vão apresentar uma lista de sugestões sobre alguns filmes recentemente estreados ou quase a estrear e que merecem - na minha opinião - um pouco de atenção e expectativa.

As 50 Sombras de Grey, o filme de que todos falam, ideal para apimentar uma relação a dois

 Insidious 3, se não defraudar os dois primeiros, mais um bom filme de terror para quem gosta do género

 Terminator: Genisys, muita curiosidade para ver o regresso de uma grande saga e de Arnord Schwarzenegger

 The Boy Next Door, Jennifer Lopez num jogo de emoções à imagem de Basta

The Cobbler ou a esperança nem sempre cumprida de ver Adam Sandler numa boa comédia


 The Loft, um thriller, 5 homens e uma mulher morta
 Insurgent, depois de Divergent a incógnita sobre as sequelas

Black or White, um drama familiar sobre temas importantes para rever Kevin Costner

AND THE OSCAR GOES TO...



- Melhor Filme: «Birdman»





- Melhor Ator Principal: Eddie Redmayne, em «A Teoria de Tudo»

- Melhor Atriz Principal: Julianne Moore, em «Still Alice»





- Melhor Ator Secundário: J. K. Simmons, em «Whiplash - Nos Limites»


- Melhor Atriz Secundária: Patricia Arquette, em «Boyhood»

- Melhor Realizador: Alejandro González Iñárritu, com «Birdman»

- Melhor Argumento Original: «Birdman»

- Melhor Argumento Adaptado: «O Jogo da Imitação»

- Melhor Guarda-Roupa: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Caracterização: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Filme Estrangeiro: «Ida», da Polónia

- Melhor Curta-Metragem: «The Phone Call», de Mat Kirkby e James Lucas

- Melhor Curta Documental: «Crisis Hotline: Veterans Press 1», de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry

- Melhor Mistura de Som: «Whiplash - Nos Limites»

- Melhor Montagem de Som: «Sniper Americano»

- Melhores Efeitos Especiais: «Interstellar»

- Melhor Curta de Animação: «Feast»

- Melhor Filme de Animação: «Big Hero 6»

- Melhor Direção Artística: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Fotografia: «Birdman»

- Melhor Montagem: «Whiplash - Nos Limites»

- Melhor Documentário: «Citizenfour»

- Melhor Música: «Glory», do filme «Selma»

- Melhor Banda Sonora: Alexandre Desplat, de «O Grande Hotel Budapeste»

BRANCO NO PRETO

"Esta noite, receberemos os melhores e mais brancos, uh, quero dizer, os mais inteligentes"

E foi assim que tudo aconteceu, com o habitual frenesim do desfile da red carpet, onde o papel da mulher continua nos Oscars como na vida a não ter o devido relevo, pouco mais do que um objecto decorativo numa perspectiva extremamente sexista e machista que não dá sinais de mudança apesar dos anos decorridos e da evolução das mentalidades desde a idade das cavernas. Nada de relevante ainda na apresentação esforçada mas sem grandes brilhantismos, como não ficou o registo de quaisquer quedas dos nossos actores preferidos. Na retina ficou apenas a polémica sobre a diversidade ou falta da mesma, da descriminação que alegadamente a Academia faz aos negros na indústria do cinema ao não nomear nehum actor ou realizador não branco nesta edição dos Oscares, em que os cerca de 6 mil membros da Academia aproximadamente 93% são brancos, 70% são homens e a média de idades ronda os 63 anos. No entanto e segundo as estatísticas é apenas a segunda vez desde 1998 que os brancos dominam as categorias de interpretação, embora este ano o facto ganhe outra dimensão pelas polémicas que nos últimos meses têm envolvido os Estados Unidos em confrontos de cariz racial ou nem por isso. Não será falta de diversidade, não será racismo ou descriminação, falso moralismo nos dias de hoje quantificar seja o que for, valorizar segundo a cor ou sexo de uma pessoa esquecendo o mais importante, ou sejam, as suas qualidades? Será justo que num governo de um qualquer país tenha de haver um número distinto de homens e mulheres independentemente das suas aptidões, só porque é moralmente justo e fica sempre bem para a opinião pública? Isso não é diversidade, moralmente correcto, é política.
Um bom actor, um bom político, uma boa pessoa não tem cor, sexo nem idade e os prémios como neste caso os Oscares são como os treinadores de futebol sempre críticados pelas suas opções e escolhas porque felizmente em cada um de nós continuam a existir gostos e opiniões diferentes, nem certas nem erradas, apenas diferentes. Concordando ou não resta-nos respeitar, num exercício não apenas feito de coração mas também de cabeça, porque no fundo e como no futebol isto é apenas um jogo de milhões para proveito de uns poucos, apenas um jogo. A vida é, tem de ser muito mais do que 90 minutos, do que uma noite de Oscares.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES: SABIA QUE...

Numa altura em que os Oscares já fervem, muitas curiosidades sobre os mesmos estão longe de ser conhecidas do grande publico, mesmo dos maiores cinéfilos. Por exemplo, sabia que...


A actuação mais curta digna de um Oscar pertence a Beatrice Straight que esteve em cena por curtos 5 minutos e 40 segundos no filme Rede de Intrigas (1976). Mais recentemente, também Anthony Hopkins, em 1992 precisou de menos de meia hora para ganhar o principal galardão da Academia, em O Silêncio dos Inocentes, contra a opinião generalizada de que Hopkins deveria ter sido nomeado como actor secundário. 


Meryl Streep é recordista de nomeações (18), mas ninguém teve tanto proveito como Katherine Hepburn, que já levou quatro Oscares para casa. 


Walt Disney ganhou 26 estatuetas - vinte em vida - , tendo conseguido ainda o feito de ser indicado ao prémio por 22 anos consecutivos.


Em 1972 e 1974, Marlon Brando e Robert DeNiro conseguiram a proeza de ganhar o Oscar de melhor actor ao interpretarem a mesma personagem, Vito Corleone em O Padrinho 1 e 2.


Tatum O'Neal ganhou o Oscar de actriz secundária com Lua de Papel (1973) quando tinha apenas dez anos.

 Nunca houve um filme vencedor tão longo como o clássico Guerra e Paz, que em 1968 venceu o prémio para Melhor Filme Estrangeiro com mais de sete horas de duração.

A primeira edição do Academy Awards - que apenas recentemente ganhou o nome de The Oscars - aconteceu em 16 de Maio de 1929 e apenas em 1989 foi alterada a frase "e o vencedor é..." para "e o Oscar vai para..." 


Um quase desconhecido Adrien Brody tornou-se o mais jovem a receber o Oscar de Melhor Actor em 2003, quando surgia como o quinto favorito, atrás de Daniel Day-Lewis, Nicolas Cage, Michael Caine e Jack Nicholson.
 
Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar em 1939 por E Tudo O Vento Levou. Durante a cerimónia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos outros actores.
 
 
Em 1973, Marlon Brando venceu o Oscar em O Padrinho, mas recusou o prémio, mandando no seu lugar uma rapariga vestida de india, que no palco frisou o papel da industria cinematográfica que ridicularizava os indios.

Dois impostores receberam já estatuetas douradas, em 1980 um deles disse que era o representante da actriz secundária e outro fingiu ser o realizador hungaro premiado. Os dois Oscares nunca foram recuperados.

A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da Academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez, comentou que se parecia com o seu tio Oscar.



Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes. - See more at: http://www.foradecena.com/curiosidades-sobre-os-oscares-parte-1/#sthash.x8YHmlpx.dpuf



Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes.
- Em 1973, Marlon Brando ganhou um Oscar como Corleone, no filme “O Padrinho 2″. O actor recusou o prémio e mandou no seu lugar uma rapariga vestida de índia, que no palco frisou o papel da indústria cinematográfica, que ridicularizava os índios.
- Em 1974, um homem de 33 anos, invadiu o palco completamente nu, obtendo a atenção de todos os presentes.
- Dois impostores já receberam estatuetas douradas. Aconteceu em 1980: Um deles disse que era representante da actriz secundária e o outro fingiu ser o realizador húngaro premiado. Os dois prémios nunca mais foram descobertos.
- A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez comentou que se parecia com o seu tio Oscar.
- A estatueta têm 34 centímetros de altura, é composta na sua maior parte por estanho coberto a ouro de 14 quilates, pesando cerca de quatro quilos. Já foram distribuídas mais de 2700 estatuetas.
- A Walt Disney detém o número mais elevado de Óscares ganhos a nível individual. Com 20 Óscares recebidos pessoalmente e com 6 recebidos após a sua morte.
- O filme “Titanic” detém o recorde de mais nomeações. Em 17 nomeações conseguiu ganhar 14 estatuetas.
- Vivien Leigh vendeu o seu Óscar por 562 mil dólares quando, na verdade os vencedores se comprometem a nunca fazer fazer tal coisa.
- O compositor John Williams detém o recorde de 45 nomeações por trabalhos como “O Tubarão” (1975), o incrível “A Guerra das Estrelas” (1977) e “A Lista de Schindler” (1993).
- Marilyn Monroe foi um ícone da moda e de uma geração, nunca foi nomeada para um Óscar e como tal, nunca ganhou um prémio dourado.
- O nome do Teatro Kodak, apesar de continuar bem vísivel na sua fachada, não é usado este ano pela produção devido à falência da Kodak. No seu lugar usa-se a designação Hollywood&Highland Center, nome do centro comercial onde o teatro fica localizado.
- Os fãs que costumam gritar pelos seus artistas favoritos mesmo à porta do local da cerimónia tiveram que se inscrever seis meses antes para obter um lugar nos espaços preparados pela organização. É que desde o 11 de setembro são proibidos os acampamentos para o obter o melhor lugar. Este ano só há lugar para 500 fãs.
- See more at: http://www.foradecena.com/curiosidades-sobre-os-oscares-parte-1/#sthash.x8YHmlpx.dpuf

Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes.
- Em 1973, Marlon Brando ganhou um Oscar como Corleone, no filme “O Padrinho 2″. O actor recusou o prémio e mandou no seu lugar uma rapariga vestida de índia, que no palco frisou o papel da indústria cinematográfica, que ridicularizava os índios.
- Em 1974, um homem de 33 anos, invadiu o palco completamente nu, obtendo a atenção de todos os presentes.
- Dois impostores já receberam estatuetas douradas. Aconteceu em 1980: Um deles disse que era representante da actriz secundária e o outro fingiu ser o realizador húngaro premiado. Os dois prémios nunca mais foram descobertos.
- A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez comentou que se parecia com o seu tio Oscar.
- A estatueta têm 34 centímetros de altura, é composta na sua maior parte por estanho coberto a ouro de 14 quilates, pesando cerca de quatro quilos. Já foram distribuídas mais de 2700 estatuetas.
- A Walt Disney detém o número mais elevado de Óscares ganhos a nível individual. Com 20 Óscares recebidos pessoalmente e com 6 recebidos após a sua morte.
- O filme “Titanic” detém o recorde de mais nomeações. Em 17 nomeações conseguiu ganhar 14 estatuetas.
- Vivien Leigh vendeu o seu Óscar por 562 mil dólares quando, na verdade os vencedores se comprometem a nunca fazer fazer tal coisa.
- O compositor John Williams detém o recorde de 45 nomeações por trabalhos como “O Tubarão” (1975), o incrível “A Guerra das Estrelas” (1977) e “A Lista de Schindler” (1993).
- Marilyn Monroe foi um ícone da moda e de uma geração, nunca foi nomeada para um Óscar e como tal, nunca ganhou um prémio dourado.
- O nome do Teatro Kodak, apesar de continuar bem vísivel na sua fachada, não é usado este ano pela produção devido à falência da Kodak. No seu lugar usa-se a designação Hollywood&Highland Center, nome do centro comercial onde o teatro fica localizado.
- Os fãs que costumam gritar pelos seus artistas favoritos mesmo à porta do local da cerimónia tiveram que se inscrever seis meses antes para obter um lugar nos espaços preparados pela organização. É que desde o 11 de setembro são proibidos os acampamentos para o obter o melhor lugar. Este ano só há lugar para 500 fãs.
- See more at: http://www.foradecena.com/curiosidades-sobre-os-oscares-parte-1/#sthash.x8YHmlpx.dpuf