Entre o riso e o choro, o drama da vida ou a comédia a cores ou a preto e branco. A verdade escondida que nos faz pensar e crescer, meras coincidências que nos dizem tanto ou quase nada, momentos bem passados de preferência partilhados, numa boa companhia e num pacote de pipocas.
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sexta-feira, 3 de junho de 2016

SEM SAUDADES DE CROSSBONES

Terminei de ver Crossbones, série que devido às baixas audiências terá mesmo ficado pela primeira temporada. O que parecia no início ser prometedor, dado o leque de bons actores com John Malkovich no papel de Barba Negra logo à cabeça, e o meu gosto por histórias sobre piratas, foi-se desvanecendo episódio a episódio, prometendo mais do que cumpria, inexplicável, já que a história de alguns personagens a nível psicológico dava azo a mais do que uma laranja que depois de espremida resultou numas miseras e pouco significativas gotas de sumo. O último episódio é o espelho disso mesmo, inverosímel, confuso e a não deixar saudades, com a trama a avançar fruto da inspiração ou desinspiração do momento, a deixar várias pontas soltas pelo caminho. Afinal Barba Negra morreu?  O amor (?) entre Barba Negra e Selima que nega entregar-se ao pirata com fama de ser impiedoso é no mínimo surreal e a forma como a mesma se deixa matar - para quem passou a série a dar uma ideia de força, de ambiociosa, vivendo no meio de homens rudes e selvagens - pelo ex-amor de Edward Teach, prisioneira durante vários anos e louca que deveria ser inevitavelmente mais fraca que Selima. Por último, de quem era a cabeça cortada entregue aos ingleses no final? Cá entre nós, esperemos que a do autor da série, pensamos, ainda com a última pipoca entalada na garganta.

terça-feira, 15 de abril de 2014

RESURRECTION



Comecei hoje a ver Resurrection, uma das séries do momento em Portugal e não só. Tudo gira em torno de Jacob, um miúdo de oito anos que acorda misteriosamente em uma plantação chinesa, sem saber praticamente nada sobre a sua identidade, apenas o nome da sua cidade natal, Arcadia. É aqui que, pela mão do agente de emigração Martin Bellamy, Jacob vai encontrar o casal Langston, seus presumiveis pais. É aqui que o espectador leva o primeiro grande impacto, já que o filho dos Langston morreu há 32 anos. A partir daqui, começam as interrogações - cada vez mais - e a falta de respostas que nos vai prendendo ao ecrã com uma voracidade apenas semelhante ao apetite de Jacob e de outros que se seguem - como ele - regressados à vida sem qualquer explicação. Porquê? Que laço existe entre estes novos velhos habitantes de Arcadia? Qual o seu objectivo? Até que ponto aceitaríamos sem questionar o regresso de um ente querido já falecido? A verdade é que por agora, enquanto não começa a nova temporada de Walking Dead, as sessões da tarde têm nome: Resurrection e, para começar foram quatro os episódios assistidos quase sem interrupção.






domingo, 26 de janeiro de 2014

TOP 10 SÉRIES

 Aproveitando a deixa das séries, deixo aqui um top 10 de algumas das séries que de alguma forma me marcaram e que ainda hoje permanecem nas minhas melhores memórias. De fora, deixo as séries asiáticas, por já lhes ter feito referência anteriormente e ainda algumas que, de igual forma me recordo com saudade como Bonanza, Fama, O Tempo e o Vento, Alf, Miami Vice, entre muitas outras que ultrapassariam generosamente umas boas dezenas certamente. De referir que, não por acaso, não incluo neste top nenhuma série mais recente.

 Homem Rico, Homem Pobre - duelo de grandes actores entre Peter Strauss e Nick Nolte

 A Bela e o Monstro - a história de um amor onde as diferenças não contam

 Quem Sai aos Seus - um genial Michael J. Fox a encabeçar uma família divertidíssima

 Os Pequenos Vagabundos - uma produção franco-belga-suíça-canadiana, ainda antes d'Os Cinco

 O Polvo - Michelle Placido contra as teias da máfia

 Lace - um drama intenso com Phoebe Cates

 Dallas - cuidado com J.R. Ewing

 Uma Casa na Pradaria - as aventuras de Laura Ingalls



Pássaros Feridos - um amor proíbido

Sandokan - o magnetismo do tigre da Malásia


I SEE DEAD PEOPLE TOO!

Comecei já a assistir a 4ª temporada de The Walking Dead, esta série norte-americana que acompanha o percurso de Rick Grimes e do seu grupo de resistentes num mundo pós-apocalíptico povoado por zombies. Não tem sido costume comentar aqui sobre séries que não sejam asiáticas, talvez porque são muito poucas ou nenhumas aquelas que, actualmente, me conseguem prender ao ecrã durante mais do que um par de episódios. Esta série, baseada numa banda desenhada com o mesmo nome, conseguiu-o, desde a primeira temporada. Rick, Carl, Daryl, Glenn, Maggie e vários outros personagens dão-nos uma ideia da união de esforços nem sempre pacífica em torno de um ideal comum que é a sobrevivência a uma guerra desigual e aparentemente condenada ao fracasso, mas onde valores como a humanidade, o amor ao próximo ou a ideia de grupo, de um ser social consegue ainda sobrepor-se ao que poderia ser apenas a lei do mais forte, do olho por olho, dente por dente, por muito que ser humano possa por vezes confundir-se com fraqueza.

sábado, 28 de dezembro de 2013

CITY HUNTER

E pronto! Ponto final no trajecto insaciável pelos 20 episódios de mais esta série de qualidade produzida pela Coreia do Sul com Lee Min Ho, Park Min Young, Lee Joon Hyuk e Kim Sang Joong nos principais papéis desta trama que se desenrola após mais um conflito entre as duas coreias que resulta na morte de vários agentes sul-coreanos às mãos dos seus compatriotas, devido a interesses do Estado. A vingança, meticulosamente preparada, sem pressas e aqui e além com alguns requintes de uma ironia cruel recai nas mãos de Lee Yoon Sung, filho de uma das vítimas do massacre que, sob as indicações e o treino rigoroso do único sobrevivente do atentado cresce com o único propósito de levar a cabo a vingança sobre aqueles que trairam os seus "irmãos" coreanos. City Hunter é uma história de vingança, mas também sobre os bastidores do poder e toda a corrupção envolvente, além de uma história de amor proíbido entre Lee Yoon Sung e a agente Kim Na Na. Chegado ao fim, com uma sensação já outras vezes sentida de que nem sempre os finais destes doramas atingem as expectativas criadas ao longo da trama, resta a nostalgia e a dúvida sobre o dorama seguinte, capaz de suscitar pelo menos tanto interesse como o anterior. É esse o encantamento singular dos filmes e séries asiáticos.






segunda-feira, 12 de novembro de 2012

HIT & MISS

Estão já vistos os dois primeiros episódios (de seis) da primeira temporada de Hit & Miss, série britânica que traz de volta aos ecrãs a americana Chloe Sevigny, 17 anos depois de Kids e mais recentemente de Os Rapazes Não Choram ou Zodíaco. E como está diferente a rapariga, não só mais crescida, mas também... adiante!, pormenores. 
Ryan, eu sou o teu pai!

Criada por Paul Abott, esta série retrata a vida de Mia, uma transsexual que ganha a vida como assassina, de forma a angariar uma quantia suficiente para uma operação de mudança de sexo. O seu plano parece bem seguro, até ao dia em que recebe uma carta de uma ex-namorada que está a morrer com cancro e onde é revelado que Mia, enquanto homem, a engravidou, onze anos atrás.

Isto não é uma arma.
 O surgimento inesperado de um filho vai levar a uma radical mudança de planos que poderá pôr em causa o futuro e a própria segurança de Mia, mas que lhe poderá trazer novas opções e sentidos para um caminho que já estava minuciosamente traçado.
Sem deslumbrar, mas a merecer novas oportunidades.