Entre o riso e o choro, o drama da vida ou a comédia a cores ou a preto e branco. A verdade escondida que nos faz pensar e crescer, meras coincidências que nos dizem tanto ou quase nada, momentos bem passados de preferência partilhados, numa boa companhia e num pacote de pipocas.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PRÉMIOS PIPOCA AMARGA

O Prémio Pipoca Amarga desta semana vai para Nicolas Cage, que, curiosamente e por paradoxo é também um dos meus actores preferidos. Quem não se lembra de filmes como O Rochedo, A Outra Face, Arizona Junior, Morrer em Las Vegas ou Con Air só para citar alguns trabalhos memoráveis do sobrinho de Francis Ford Coppola. Infelizmente para a sétima arte e para o público cinéfilo, os grandes trabalhos de Cage são já uma recordação, pedaços de memórias vagueando entre o que parecem ser plásticas mal sucedidas ou um mau envelhecer e um sem número de papéis que nada vieram acrescentar ao seu currículo, que não se identificam com o actor que aprendi a admirar e que agora parece que aceita todo e qualquer filme, na maioria de segunda categoria. Daí dedicar a minha pipoca amarga desta semana ao Nicolas Cage actual, um mau actor, incapaz já de minimizar os danos causados à sua imagem por maus filmes, nao fazendo a diferença onde outros conseguem disfarçar a qualidade do filme com uma brilhante interpretação. Cage não chega já a esse patamar ou parece não querer sequer dar-se ao trabalho de nos reavivar a memória para os seus tempos dourados.

terça-feira, 15 de abril de 2014

PRÉMIO PIPOCA AMARGA - FILMES

2 horas e 6 minutos de um tormento atroz e de expectativas defraudadas é o mínimo que posso dizer de Snowpiercer, o filme de Joon-Ho Bong, passado num cenário futurista e apocalípto com alguns nomes que dispensam apresentações como Chris Evans (Capitão América, Quarteto Fantástico), Jamie Bell (Billy Elliot, Tintin), Tilda Swinton (As Crónicas de Nárnia), Ed Harris (O Rochedo),
John Hurt (1984) e os sul-coreanos Kang-Ho Song e Ah-Sung Ko. Um misto de Tarantino com A Fábrica do Chocolate sem Johnny Deep tornam um filme que poderia ser interessante num aborrecido e por vezes patético drama para o espectador.



PRÈMIO PIPOCA AMARGA

À semelhança dos Razzies que estão para os Oscares como uma pipoca estragada para uma boa - sim, mesmo entre as pipocas existem ovos podres, sem sabor, demasiado moles, intragáveis - também aqui decidimos "premiar" os filmes, actores ou realizadores com os quais implicamos, com ou sem razão, baseados quer em factos credíveis ou apenas e só por questões de gostos pessoais. E para estrear este novo espaço temos Billy Zane, este americano de Chicago nascido a 24 de Fevereiro de 1966 e que, apesar da mais que evidente falta de qualidade alicerçada num magnetismo com as câmaras que se foi desvanecendo nitídamente através dos anos e que o transformaram num actor de filmes série B, canastrão, com a mania e incapaz de alterar um pouco que seja um registo que já não convence ninguém, consegue ainda envolver-me num misto de simpatia patética que me permite continuar a divertir-me com as suas mais recentes e paupérrimas actuações. A verdade é que Billy Zane conseguiu ainda assim ver o seu nome associado a alguns dos filmes mais carismáticos da história recente do Cinema, como Regresso Ao Futuro, Calma de Morte e o premiado Titanic, prova de que um mau actor não chega por si só para condenar um filme ao insucesso.