Entre o riso e o choro, o drama da vida ou a comédia a cores ou a preto e branco. A verdade escondida que nos faz pensar e crescer, meras coincidências que nos dizem tanto ou quase nada, momentos bem passados de preferência partilhados, numa boa companhia e num pacote de pipocas.
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sexta-feira, 3 de junho de 2016

A VITÓRIA DE DI CAPRIO

A vida dá voltas e voltas e num segundo tudo muda, para o bem e para o mal, mudam-se as prioridades, aprendemos que a vida é muito mais difícil do que pensávamos, mas que a realidade, mesmo metendo medo, além de dor e sofrimento tem cores e sabores, sensações que vão muito além daquela que assistimos quando passamos os dias em frente à televisão ou computador. Não perdi - longe disso - o gosto pelo cinema ou pela escrita, mas os dias são sempre demasiado curtos para as pessoas ocupadas em viver. Prometi dar a minha opinião sobre os Oscares e aqui estou para cumprir a minha promessa, não como uma obrigação, um fardo, mas com o prazer de quem retoma um lazer antigo, ainda que de forma breve, dado já todos saberem o que se passou no último 28 de Fevereiro. A grande novidade - e foram duas - é a de que Leonardo de Caprio não é já apenas e só o menino bonito de Titanic e que finalmente levou para casa a principal estatueta no que aos actores diz respeito. Poder-se-à duvidar da justiça da decisão, mas a verdade é que antes do famoso naufrágio já Leonardo merecia ter sido pelo menos nomeado nos seus verdes anos, aquando de Gilbert Grape, desconhecido para muitos. Quanto ao resto foi uma vez mais uma cerimónia de causas a começar com o vencedor para melhor filme, Spotlight, um filme sobre um grupo de jornalistas que investiga casos de abusos de crianças por parte de padres católicos. Ainda sobre causas, voltou a falar-se da ausência de nomeados e galardoados de cor, um tema que se repete e que mereceu da parte do comediante Chris Rock, o apresentador da 88ª edição da festa do cinema algumas piadas de teor racista, como se houvesse a obrigatoriedade de nomear actores negros, independentemente das suas prestações. Sobre o tema tenho algumas opiniões pessoais que não se alteraram desde o ano passado. Uma nomeação deste tipo é quase sempre discutível, pois depende de preferências que não são iguais para muitos de nós, existem desde sempre grandes actores de cor que talvez nunca cheguem a ganhar um Oscar mas ter de haver um negro entre os vencedores ou determinado número de mulheres num parlamento ou empresa por ser politicamente correcto, isso já considero discriminatório e racista. De resto, o melhor realizador foi Alejandro González iñarrito com O Renascido, Brie Larson (The Room) a melhor actriz e como actores secundários venceram Mark Rylance e Alicia Vikander. O Renascido acabou mesmo assim por ter uma noite desastrosa vencendo apenas 3 das 12 categorias para que estava nomeado, enquanto que Mad Max: estrada da fúria venceu 10 estatuetas. Para terminar, a segunda grande novidade da noite foi sabermos que Lady Gaga foi vítma de abusos sexuais, uma novidade, uma praga já antiga mas infelizmente muito actual ainda na nossa sociedade.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

AND THE OSCAR GOES TO...



- Melhor Filme: «Birdman»





- Melhor Ator Principal: Eddie Redmayne, em «A Teoria de Tudo»

- Melhor Atriz Principal: Julianne Moore, em «Still Alice»





- Melhor Ator Secundário: J. K. Simmons, em «Whiplash - Nos Limites»


- Melhor Atriz Secundária: Patricia Arquette, em «Boyhood»

- Melhor Realizador: Alejandro González Iñárritu, com «Birdman»

- Melhor Argumento Original: «Birdman»

- Melhor Argumento Adaptado: «O Jogo da Imitação»

- Melhor Guarda-Roupa: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Caracterização: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Filme Estrangeiro: «Ida», da Polónia

- Melhor Curta-Metragem: «The Phone Call», de Mat Kirkby e James Lucas

- Melhor Curta Documental: «Crisis Hotline: Veterans Press 1», de Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry

- Melhor Mistura de Som: «Whiplash - Nos Limites»

- Melhor Montagem de Som: «Sniper Americano»

- Melhores Efeitos Especiais: «Interstellar»

- Melhor Curta de Animação: «Feast»

- Melhor Filme de Animação: «Big Hero 6»

- Melhor Direção Artística: «O Grande Hotel Budapeste»

- Melhor Fotografia: «Birdman»

- Melhor Montagem: «Whiplash - Nos Limites»

- Melhor Documentário: «Citizenfour»

- Melhor Música: «Glory», do filme «Selma»

- Melhor Banda Sonora: Alexandre Desplat, de «O Grande Hotel Budapeste»

BRANCO NO PRETO

"Esta noite, receberemos os melhores e mais brancos, uh, quero dizer, os mais inteligentes"

E foi assim que tudo aconteceu, com o habitual frenesim do desfile da red carpet, onde o papel da mulher continua nos Oscars como na vida a não ter o devido relevo, pouco mais do que um objecto decorativo numa perspectiva extremamente sexista e machista que não dá sinais de mudança apesar dos anos decorridos e da evolução das mentalidades desde a idade das cavernas. Nada de relevante ainda na apresentação esforçada mas sem grandes brilhantismos, como não ficou o registo de quaisquer quedas dos nossos actores preferidos. Na retina ficou apenas a polémica sobre a diversidade ou falta da mesma, da descriminação que alegadamente a Academia faz aos negros na indústria do cinema ao não nomear nehum actor ou realizador não branco nesta edição dos Oscares, em que os cerca de 6 mil membros da Academia aproximadamente 93% são brancos, 70% são homens e a média de idades ronda os 63 anos. No entanto e segundo as estatísticas é apenas a segunda vez desde 1998 que os brancos dominam as categorias de interpretação, embora este ano o facto ganhe outra dimensão pelas polémicas que nos últimos meses têm envolvido os Estados Unidos em confrontos de cariz racial ou nem por isso. Não será falta de diversidade, não será racismo ou descriminação, falso moralismo nos dias de hoje quantificar seja o que for, valorizar segundo a cor ou sexo de uma pessoa esquecendo o mais importante, ou sejam, as suas qualidades? Será justo que num governo de um qualquer país tenha de haver um número distinto de homens e mulheres independentemente das suas aptidões, só porque é moralmente justo e fica sempre bem para a opinião pública? Isso não é diversidade, moralmente correcto, é política.
Um bom actor, um bom político, uma boa pessoa não tem cor, sexo nem idade e os prémios como neste caso os Oscares são como os treinadores de futebol sempre críticados pelas suas opções e escolhas porque felizmente em cada um de nós continuam a existir gostos e opiniões diferentes, nem certas nem erradas, apenas diferentes. Concordando ou não resta-nos respeitar, num exercício não apenas feito de coração mas também de cabeça, porque no fundo e como no futebol isto é apenas um jogo de milhões para proveito de uns poucos, apenas um jogo. A vida é, tem de ser muito mais do que 90 minutos, do que uma noite de Oscares.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES: SABIA QUE...

Numa altura em que os Oscares já fervem, muitas curiosidades sobre os mesmos estão longe de ser conhecidas do grande publico, mesmo dos maiores cinéfilos. Por exemplo, sabia que...


A actuação mais curta digna de um Oscar pertence a Beatrice Straight que esteve em cena por curtos 5 minutos e 40 segundos no filme Rede de Intrigas (1976). Mais recentemente, também Anthony Hopkins, em 1992 precisou de menos de meia hora para ganhar o principal galardão da Academia, em O Silêncio dos Inocentes, contra a opinião generalizada de que Hopkins deveria ter sido nomeado como actor secundário. 


Meryl Streep é recordista de nomeações (18), mas ninguém teve tanto proveito como Katherine Hepburn, que já levou quatro Oscares para casa. 


Walt Disney ganhou 26 estatuetas - vinte em vida - , tendo conseguido ainda o feito de ser indicado ao prémio por 22 anos consecutivos.


Em 1972 e 1974, Marlon Brando e Robert DeNiro conseguiram a proeza de ganhar o Oscar de melhor actor ao interpretarem a mesma personagem, Vito Corleone em O Padrinho 1 e 2.


Tatum O'Neal ganhou o Oscar de actriz secundária com Lua de Papel (1973) quando tinha apenas dez anos.

 Nunca houve um filme vencedor tão longo como o clássico Guerra e Paz, que em 1968 venceu o prémio para Melhor Filme Estrangeiro com mais de sete horas de duração.

A primeira edição do Academy Awards - que apenas recentemente ganhou o nome de The Oscars - aconteceu em 16 de Maio de 1929 e apenas em 1989 foi alterada a frase "e o vencedor é..." para "e o Oscar vai para..." 


Um quase desconhecido Adrien Brody tornou-se o mais jovem a receber o Oscar de Melhor Actor em 2003, quando surgia como o quinto favorito, atrás de Daniel Day-Lewis, Nicolas Cage, Michael Caine e Jack Nicholson.
 
Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar em 1939 por E Tudo O Vento Levou. Durante a cerimónia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos outros actores.
 
 
Em 1973, Marlon Brando venceu o Oscar em O Padrinho, mas recusou o prémio, mandando no seu lugar uma rapariga vestida de india, que no palco frisou o papel da industria cinematográfica que ridicularizava os indios.

Dois impostores receberam já estatuetas douradas, em 1980 um deles disse que era o representante da actriz secundária e outro fingiu ser o realizador hungaro premiado. Os dois Oscares nunca foram recuperados.

A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da Academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez, comentou que se parecia com o seu tio Oscar.



Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes. - See more at: http://www.foradecena.com/curiosidades-sobre-os-oscares-parte-1/#sthash.x8YHmlpx.dpuf



Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes.
- Em 1973, Marlon Brando ganhou um Oscar como Corleone, no filme “O Padrinho 2″. O actor recusou o prémio e mandou no seu lugar uma rapariga vestida de índia, que no palco frisou o papel da indústria cinematográfica, que ridicularizava os índios.
- Em 1974, um homem de 33 anos, invadiu o palco completamente nu, obtendo a atenção de todos os presentes.
- Dois impostores já receberam estatuetas douradas. Aconteceu em 1980: Um deles disse que era representante da actriz secundária e o outro fingiu ser o realizador húngaro premiado. Os dois prémios nunca mais foram descobertos.
- A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez comentou que se parecia com o seu tio Oscar.
- A estatueta têm 34 centímetros de altura, é composta na sua maior parte por estanho coberto a ouro de 14 quilates, pesando cerca de quatro quilos. Já foram distribuídas mais de 2700 estatuetas.
- A Walt Disney detém o número mais elevado de Óscares ganhos a nível individual. Com 20 Óscares recebidos pessoalmente e com 6 recebidos após a sua morte.
- O filme “Titanic” detém o recorde de mais nomeações. Em 17 nomeações conseguiu ganhar 14 estatuetas.
- Vivien Leigh vendeu o seu Óscar por 562 mil dólares quando, na verdade os vencedores se comprometem a nunca fazer fazer tal coisa.
- O compositor John Williams detém o recorde de 45 nomeações por trabalhos como “O Tubarão” (1975), o incrível “A Guerra das Estrelas” (1977) e “A Lista de Schindler” (1993).
- Marilyn Monroe foi um ícone da moda e de uma geração, nunca foi nomeada para um Óscar e como tal, nunca ganhou um prémio dourado.
- O nome do Teatro Kodak, apesar de continuar bem vísivel na sua fachada, não é usado este ano pela produção devido à falência da Kodak. No seu lugar usa-se a designação Hollywood&Highland Center, nome do centro comercial onde o teatro fica localizado.
- Os fãs que costumam gritar pelos seus artistas favoritos mesmo à porta do local da cerimónia tiveram que se inscrever seis meses antes para obter um lugar nos espaços preparados pela organização. É que desde o 11 de setembro são proibidos os acampamentos para o obter o melhor lugar. Este ano só há lugar para 500 fãs.
- See more at: http://www.foradecena.com/curiosidades-sobre-os-oscares-parte-1/#sthash.x8YHmlpx.dpuf

Hattie McDaniel foi a primeira afro-americana a vencer um Oscar, em 1939, pelo seu papel em “E Tudo o Vento Levou”. Na cerimonia, a actriz teve de ficar noutra parte da sala, separada dos restantes.
- Em 1973, Marlon Brando ganhou um Oscar como Corleone, no filme “O Padrinho 2″. O actor recusou o prémio e mandou no seu lugar uma rapariga vestida de índia, que no palco frisou o papel da indústria cinematográfica, que ridicularizava os índios.
- Em 1974, um homem de 33 anos, invadiu o palco completamente nu, obtendo a atenção de todos os presentes.
- Dois impostores já receberam estatuetas douradas. Aconteceu em 1980: Um deles disse que era representante da actriz secundária e o outro fingiu ser o realizador húngaro premiado. Os dois prémios nunca mais foram descobertos.
- A estatueta chama-se Oscar porque a secretária da academia, Margaret Herrick, quando a viu pela primeira vez comentou que se parecia com o seu tio Oscar.
- A estatueta têm 34 centímetros de altura, é composta na sua maior parte por estanho coberto a ouro de 14 quilates, pesando cerca de quatro quilos. Já foram distribuídas mais de 2700 estatuetas.
- A Walt Disney detém o número mais elevado de Óscares ganhos a nível individual. Com 20 Óscares recebidos pessoalmente e com 6 recebidos após a sua morte.
- O filme “Titanic” detém o recorde de mais nomeações. Em 17 nomeações conseguiu ganhar 14 estatuetas.
- Vivien Leigh vendeu o seu Óscar por 562 mil dólares quando, na verdade os vencedores se comprometem a nunca fazer fazer tal coisa.
- O compositor John Williams detém o recorde de 45 nomeações por trabalhos como “O Tubarão” (1975), o incrível “A Guerra das Estrelas” (1977) e “A Lista de Schindler” (1993).
- Marilyn Monroe foi um ícone da moda e de uma geração, nunca foi nomeada para um Óscar e como tal, nunca ganhou um prémio dourado.
- O nome do Teatro Kodak, apesar de continuar bem vísivel na sua fachada, não é usado este ano pela produção devido à falência da Kodak. No seu lugar usa-se a designação Hollywood&Highland Center, nome do centro comercial onde o teatro fica localizado.
- Os fãs que costumam gritar pelos seus artistas favoritos mesmo à porta do local da cerimónia tiveram que se inscrever seis meses antes para obter um lugar nos espaços preparados pela organização. É que desde o 11 de setembro são proibidos os acampamentos para o obter o melhor lugar. Este ano só há lugar para 500 fãs.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O QUE GANHAM AQUELES QUE NÃO GANHAM?


Entre tantos candidatos, apenas um número reduzido irá ganhar os Oscares para os quais estão nomeados e assim ganhar maior protagonismo e provavelmente aumentar os seus cachets para os filmes que se seguirão. Quer isto dizer que os outros, os derrotados, sairão de cena sem qualquer mediatismo, sem qualquer outro proveito que não o prazer de participar? Engana-se quem julga assim. Já alguma vez perdeu uns minutos para pensar no que ganham aqueles que perdem? Ora segundo o site da Sapo.pt e apesar da Academia já ter tentado terminar com a prática, os "derrotados" continuam a receber prendas na manhã seguinte à cerimónia. Assim, no ano passado as ofertas incluíam comprimidos para perder peso, um sistema robótico de transplante capilar e "The orgasm shot", um procedimento que, alegadamente, rejuvenescia e melhorava o tecido genital de uma mulher. Surpresos? Mas não ficamos por aqui e este ano, além de vários produtos de beleza para a pele e outros acessórios de luxo habituais nestas bolsas de brindes, temos ainda:


- uma estadia de três noites num resort na Toscana (Itália), avaliado em 1320 euros;

- uma luxuosa viagem de comboio pelas Montanhas Rochosas do Canadá no valor de mais de 12.700 euros;

- sais naturais franceses do Mediterrâneo (1300 euros);

- um colar de prata personalizado com a inscrição das coordenadas de latitude e longitude do Dolby Theater (onde se realiza a cerimónia) (132 euros);

- uma viagem de campismo de luxo (11 mil euros);

- um vale para doces personalizados e buffet de sobremesas (705 euros);

- um vaporizador Haze (220 euros);

- um vibrador Afterglow (220 euros);

- um «gift pack» da Wellness 360 (1058 euros)

- o aluguer durante um ano do Audi A4 da Silvercar (mais de 17.600 euros);

- um pacote de lifestyler «Reset Yourself» (mais de 12500 euros);

- um vale para que Olessia Kantor, fundadora da Enigma Life, voe para encontrar cada nomeado «para discutir o seu horóscopo de 2015, analisar sonhos e ensinar-lhe técnicas de controlo da mente» (mais de 17.600 euros).

Estas prendas não são endossadas pelas Academia e desde 2006 os nomeados têm de pagar impostos sobre elas. O conjunto deste ano, que envolve 59 marcas, foi avaliado em 110 mil euros.



De queixo caído e a boca aberta de espanto, prometo que vou pensar bastante da próxima vez que tiver que falar dos derrotados. E você?
E só a jeito de adenda, sabe qual o país que mais vezes apresentou filmes à competição sem que daí resultasse qualquer nomeação? Uma adivinha? Pois claro, também nesta lista pouco abonatória, Portugal aparece à frente. Pela 31ª vez, o filme - ou filmes - representantes nacionais à cerimónia não conseguirão a nomeação. Imaginem o azar! É que nem "derrotados" somos porque nem sequer lá chegamos. Atrás de nós Roménia e Egipto (30), Coreia do Sul (?!), Filipinas e Bulgária com 26. Dá que pensar!

OSCARS : DEPOIS DA SELFIE

É já na madrugada de domingo que Neil Patrick Harris, o actor de How I Meet Your Mother vai apresentar a 87ª cerimónia de entrega dos Óscars de Hollywood, o que, só por si já o deixa nervoso por suceder a Ellen DeGeneres: "Como é que eu bato uma selfie que arrasou com a internet?", perguntou Harris. Até lá e aqui pelas Pipocas, iremos divulgar algumas curiosidades e opiniões sobre mais uma festa do cinema em que salta à vista o regresso de Michael Keaton aos grandes palcos com Birdman, um dos grandes avoritos da noite em que os candidatos das principais categorias são:




MELHOR FILME 

«Sniper Americano»
«Birdman»
«Boyhood»
«O Grande Hotel Budapeste»
«O Jogo da Imitação»
«Selma»
«A Teoria de Tudo»
«Whiplash - Nos Limites»


MELHOR REALIZADOR 

Alejandor Gonzalez Iñárritu («Birdman»)
Richard Linklater («Boyhood»)
Bennett Miller («Foxcatcher»)
Wes Anderson («O Grande Hotel Budapeste»)
Morten Tyldum («O Jogo da Imitação») 


 

 MELHOR ATOR PRINCIPAL 

Steve Carell, «Foxcatcher»  
Bradley Cooper, «Sniper Americano»
Eddie Redmayne, «A Teoria de Tudo»
Benedict Cumberbatch, «O Jogo da Imitação»
Michael Keaton, «Birdman» 




 MELHOR ATOR SECUNDÁRIO 

Robert Duvall, «The Judge»
Ethan Hawke, «Boyhood»
Edward Norton, «Birdman» 
Mark Rufallo, «Foxcatcher»
J.K.Simmons, «Whiplash - Nos Limites» 


 MELHOR ATRIZ PRINCIPAL 

Marion Cotillard, «Dois Dias, Uma Noite»
Julianne Moore, «Still Alice»
Rosamund Pike, «Em Parte Incerta»
Felicity Jones, «A Teoria de Tudo»
Reese Whiterspoon, «Wild» 


 MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
 
Patricia Arquette, «Boyhood»
Laura Dern, «Wild»
Keira Knightley, «O Jogo da Imitação»
Meryl Streep, «Caminhos da Floresta»
Emma Stone, «Birdman»  


 MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO 

«Big Hero 6»
«Os Monstros das Caixas»
«Como Treinares o Teu Dragão 2»
«Song of the Sea»
«The Tale of the Princess Kaguya»


  MELHOR MÚSICA 

«Everything is Awesome», «O Filme Lego»
«Glory», «Selma»
«Grateful», «Beyond the Lights»
«I’m Not Gonna Miss You», «Glen Campbell…I’ll Be Me»
«Lost Stars», «Begin Again» 


quarta-feira, 5 de março de 2014

A FESTA DO CINEMA




As estatuetas estão atribuídas, sem grandes surpresas, numa festa do cinema bem atribulada e divertida, conduzida com a mestria habitual de Ellen DeGeneres e um elenco à altura - ou não estivesse a sala cheia de grandes actores, e embora o grande vencedor da noite tenha sido o Cinema, os galardoados foram os seguintes:


Melhor Filme
"12 Anos Escravo"


Melhor Realizador
Alfonso Cuarón, "Gravidade"

Melhor Ator
Matthew McConaughey, "O Clube de Dallas"


Melhor Ator Secundário
Jared Leto, "O Clube de Dallas"

Melhor Atriz
Cate Blanchett, "Blue Jasmine"

Melhor Atriz Secundária
Lupita Nyong'o, "12 Anos Escravo"

Melhor Argumento Original
"Her - Uma História de Amor", Spike Jonze


Melhor Argumento Adaptado
"12 Anos Escravo", John Ridley


Melhor Filme Estrangeiro
"A Grande Beleza", de Paolo Sorrentino (Itália)

Melhor Filme de Animação
"Frozen - O Reino do Gelo"

Melhor Curta-metragem de Animação
"Mr. Hublot", de Laurent Witz e Alexandre Espigares

Melhor Curta-Metragem
"Helium", de Anders Walter e Kim Magnusson

Melhor Documentário
"A Dois Passos do Estrelato", de Morgan Neville

Melhor Documentário de Curta-metragem
"The Lady in Number 6: Music Saved my Life", de Malcolm Clarke e Nicholas Reed

Melhor Banda Sonora Original
"Gravidade", de Steven Price

Melhor Canção Original
"Let It Go", de Kristen Anderson-Lopez and Robert Lopez, no filme "Frozen - O Reino do Gelo",

Melhor Design de Produção
"O Grande Gatsby", Catherine Martin e Beverley Dunn

Melhor Montagem
"Gravidade", Alfonso Cuarón e Mark Sanger

Melhor Montagem de Som
"Gravidade", Glenn Freemantle

Melhor Mistura de Som
"Gravidade", Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead e Chris Munro

Melhores Efeitos Visuais
"Gravidade", Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould

Melhor fotografia
"Gravidade", Emmanuel Lubezki

Melhor Guarda-Roupa
"O Grande Catsby", Catherine Martin

Melhor Maquilhagem e Cabelo
"O Clube de Dallas", Adruitha Lee e Robin Mathews

domingo, 2 de março de 2014

OSCARS 2014

A poucas horas da 86ª edição dos Oscars de Hollywood, apresentada uma vez mais por Ellen DeGeneres, ficam aqui os nomeados diversas categorias a concurso. Uma vez mais, por impeditivos de horário não irei poder assistir à cerimónia, mas aqui estarei para lhes apresentar os grandes vencedores desta festa do cinema.


MELHOR FILME

MELHOR REALIZADOR 

David O. Russell, por «Golpada Americana» 

Alfonso Cuarón, por «Gravidade» 

Alexander Payne, por «Nebraska» 

Steve McQueen, por «12 Anos Escravo» 

Martin Scorsese, por «O Lobo de Wall Street»

 

MELHOR ATRIZ


MELHOR ATOR


MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA


MELHOR ATOR SECUNDÁRIO


 

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

«Golpada Americana», por Eric Warren Singer e David O. Russell
«O Clube de Dallas», por Craig Borten e Melisa Wallack
«Nebraska», por Bob Nelson

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

«Capitão Phillips», por Billy Ray
«Filomena», por Steve Coogan e Jeff Pope
«12 Anos Escravo», por John Ridley
«O Lobo de Wall Street», por Terence Winter

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO (LONGA-METRAGEM)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

«A Caça» - Dinamarca
«Omar» - Palestina

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO (CURTA-METRAGEM)

«Feral»
«A Cavalo!»
«Mr. Hublot»
«Possessions»
«Room on the Broom»

MELHOR DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM)

«The Active Killing»
«Cutie and the Boxer»
«Dirty Wars»
«The Square»
«20 Feet from Stardom»

MELHOR DOCUMENTÁRIO (CURTA-METRAGEM)

«CaveDigger»
«Facing Fear»
«Karama Has No Walls»
«The Lady in Number 6: Music Saved My Life»
«Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall»

MELHOR CURTA-METRAGEM (IMAGEM REAL)

«Aquel No Era Yo»
«Avant Que De Tout Perdre»
«Helium»
«Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?»
«The Voorman Problem»

MELHOR FOTOGRAFIA

MELHOR MONTAGEM

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

«Gravidade», por Steven Price
«Her - Uma História de Amor», por William Butler e Owen Pallett
«Filomena», por Alexandre Desplat
«Ao Encontro de Mr. Banks», por Thomas Newman

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

Alone Yet Not Alone, do filme «Alone Yet Not Alone» - Música por Bruce Broughton e letra por Dennis Spiegel (eliminada)
Happy, do filme Gru - O Maldisposto 2» - Música e letra por Pharrell Williams
Let it Go, do filme «Frozen - O Reino do Gelo» - Música e Letra por Kristen Anderson-Lopez and Robert Lopez
The Moon Song, do filme «Her - Uma História de Amor» - Música por Karen O e letra por Karen O e Spike Jonze
Ordinary Love, do filme «Mandela - Um Longo Caminho para a Liberdade», Música e Letra dos U2

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

MELHOR MISTURA SONORA

MELHOR DIREÇÃO ARTÍSTICA

MELHORES EFEITOS VISUAIS

MELHOR GUARDA-ROUPA

«The Invisible Woman»

MELHOR CARACTERIZAÇÃO

«Jackass Presents: Bad Grandpa»

sábado, 3 de agosto de 2013

AND THE OSCAR GOES TO...

Sete anos depois, Ellen Degeneres volta a ser a anfitriã dos Oscares. Um bom indício para mais uma festa do cinema.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

AND THE OSCAR GOES TO...


 A 85.ª edição dos Óscares decorreu esta madrugada dentro, no Dolby Theatre, em Los Angeles, numa cerimónia apresentada pelo comediante Seth MacFarlane. Ao longo de três horas foram atribuídas 24 estatuetas.

Melhor Realizador
Ang Lee - «A Vida de Pi»













Melhor Filme
«Argo»

  



















Melhor Atriz Secundária
Anne Hathaway - «Os Miseráveis»

















Melhor Atriz Principal
Jennifer Lawrence - «Silver Linings Playbook»

















Melhor Ator Principal
Daniel Day-Lewis - «Lincoln»














Melhor ator secundário
Cristoph Waltz, «Django Libertado»

















Melhor argumento adaptado:
"Argo"

Melhor argumento original:
"Django Libertado"

Melhor filme estrangeiro (de língua não inglesa):
"Amor" (Áustria)

Melhor filme de animação:
"Brave"















Melhor documentário:
"Searching for sugar man"

Melhor documentário em curta-metragem:
"Inocente"


Melhor curta-metragem:
"Curfew"

Melhor curta-metragem de animação:
"Paperman"

Melhor produção artística:
"Lincoln"

Melhor fotografia:
"A vida de Pi"

Melhor montagem:
"Argo"

Melhor caracterização:
"Os miseráveis"

Melhor guarda-roupa:
"Anna Karenina"

Melhor Banda-sonora original
«Life of Pi» (Mychael Danna)

Melhor Canção original
"Skyfall", de "007 - Operação Skyfall" - Adele (música e letra)

Melhor montagem de som:
"Skyfall"
"00:30 Hora Negra"

Melhor mistura de som:
"Os miseráveis"

Melhores efeitos visuais:
"A vida de Pi"